Volta Redonda

Vacina bivalente contra a covid-19 começa a ser aplicada nesta segunda




O Ministério da Saúde começa a aplicar hoje (27), em todo o país, a vacina bivalente contra a covid-19. Segundo a pasta, o imunizante melhora a imunidade contra o vírus da cepa original e também contra a variante Ômicron, e possui perfil de segurança e eficácia semelhante ao das vacinas monovalentes.

Segundo a prefeitura de Volta Redonda, nesta primeira remessa, a cidade recebeu do Governo Federal 3 mil doses para a fase inicial da campanha, que vai seguir durante os próximos meses.

Na primeira etapa, a dose será destinada a idosos acima de 70 anos, imunossuprimidos a partir de 12 anos e pessoas que vivem em instituições de longa permanência e residências inclusivas.

A vacinação será disponibilizada em todas as 46 unidades básicas de Saúde e da Família (UBSs e UBSFs), de 8h às 16h.

Algumas unidades funcionam com horário estendido para atendimento até as 18h30. São elas: 249, Vila Mury, Açude I, Siderlândia, Jardim Paraíba, São Geraldo, Vila Rica/Tiradentes, Volta Grande, Santo Agostinho e Santa Cruz.

Para receber a dose, é necessário apresentar a caderneta de vacinação, o CPF ou cartão SUS. No caso dos imunossuprimidos, também deve-se levar um laudo ou receita médica que comprove a condição clínica.

Inicialmente, a vacina será aplicada somente nos grupos de risco. Conforme divisão anunciada pelo ministério, a imunização será feita na fase 1 em pessoas acima de 70 anos de idade, imunocomprometidos, indígenas, ribeirinhos e quilombolas; na fase 2, pessoas com idade entre 60 anos e 69 anos de idade; na fase 3, gestantes e puérperas; e na fase 4, profissionais de saúde.

No Brasil, duas vacinas bivalentes, ambas produzidas pelo laboratório Pfizer, receberam autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial. Elas são indicadas como dose única de reforço para crianças e adultos, após dois meses da conclusão do esquema vacinal primário, ou como última dose de reforço.

O ministério reforça que as vacinas monovalentes contra a covid-19 seguem disponíveis em unidades básicas de Saúde (UBS) para a população em geral e são classificadas como “altamente eficazes contra a doença”, garantindo grau elevado de imunidade e evitando casos leves, graves e óbitos pela doença.

“A aplicação da bivalente não significa que as vacinas monovalentes não continuam protegendo. Elas continuam protegendo, mesmo para a variante Ômicron, mas, claro, tendo a possibilidade de uma vacina desenhada mais especificamente para a variante circulante, a tendência é termos uma melhor resposta”, reforçou o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha.


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