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Alexandre Serfiotis comemora liberação de recursos para saúde da região



O deputado federal Alexandre Serfiotis (PSD) comemorou a liberação de R$6.474,00 milhões destinados à aquisição de um aparelho de ressonância magnética, dedicado a pacientes do Sistema Único de Saúde. O recurso, resultado de uma emenda de bancada, encabeçada pelo parlamentar, já se encontra nas contas da Prefeitura de Volta Redonda.

Apesar de ser instalado na cidade de Volta Redonda, o equipamento vai atender toda a região, segundo informou o parlamentar. “Foi uma vitória nossa do ano passado e que está se concretizando este ano. Fui procurado pelo secretário de saúde de Volta Redonda para que pudesse colocar recursos para aquisição do aparelho, visto que a prefeitura fizera a compra do Hospital Santa Margarida e está modernizando a unidade, tranformando-o em um centro de tratamento”, informou o parlamentar.  

 

Segundo Serfiotis, o aparelho vai ser instalado em Volta Redonda e vai atender toda a região, pois foi um compromisso assumido na época de que outras cidades pudessem utilizá-lo. “É um equipamento que tem condição de fazer muitos exames por dia, zerando assim a fila de espera, que hoje é enorme, e acabando com o dilema de pacientes de acordarem de madrugada para irem ao Rio de Janeiro para fazerem o exame”, explicou.  

O parlamentar fez questão de frisar a importância do aparelho para o município de Porto Real.  “Na época de secretário de saúde, o município tinha convênio com clínicas da região. O estado fornecia exames, que eram obrigatórios, de pactuação, mas apenas 5 a 10 por mês, muito abaixo da nossa necessidade, que eu, inclusive, identifiquei como secretário de saúde. Chegávamos a fazer de 30 a 50 exames por mês, dos ortopedistas, dos neuros, para que o paciente tivesse atendimento de qualidade e contratávamos nas clínicas da região. Depois que saímos da secretaria de saúde, nós vimos que ao longo dos anos a saúde do município piorou muito. Com isso, as filas foram aumentando cada vez mais, chegando ao ponto de pessoas ficarem um a dois anos aguardando para fazer o exame. Na cidade, há pacientes que chegaram a falecer e não conseguiram”, concluiu.  


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