Os profissionais da Educação decidiram em assembleia nesta sexta-feira (25) manter o movimento grevista em Barra Mansa. Eles recusaram a proposta do prefeito Rodrigo Drable (veja abaixo). A assembleia extraordinária ocorreu no CEI Saturnina de Carvalho, no Centro da cidade, e teve objetivo de analisar a proposta do governo municipal.
Após a assembleia, os profissionais seguiram em uma manifestação na Praça da Matriz, no Centro da cidade. “O que a categoria quer é a revogação da mensagem que reduziu o adicional da regência de 95% para 20%”, disse o diretor do Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação), Carlos Alberto de Almeida, o Beto.
Veja a proposta que foi rejeitada
Adiar a sanção da lei (que reduz a regência de 95% para 20 %) até o dia 29 de agosto de 2023;
Prefeitura propôs que se faça análise atuarial de todos os estudos apresentados em conjunto, para que possam ser confirmados;
Possibilidade de alteração do artigo segundo a partir da vírgula antes do termo “mediante”;
Prefeito propõe o adicional de magistério progressivo em até 5% ao ano, até o limite de 100%, desde que enquadrado na análise atuarial dos três anos subsequentes considerando ativos, inativos, a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) em isonomia a outras categorias. Em que o Sepe fará análise se este ou os incisos 1 e 2 do artigo 13, de lei 4.468/16 atendem melhor a categoria;
Prefeitura propôs determinar o limite de despesas de pessoal no Fundeb, de 70% para 95%, que caso tenha saldo anual após totalização da folha, será distribuído em rateio;
Abono das faltas de greve na terça-feira (22), na quarta-feira (23) e na quinta-feira (24);
