Por Tribuna
Seguindo a determinação da secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, a vacinação contra a gripe foi prorrogada até o dia 15.As doses serão destinadas a manutenção dos grupos prioritários em todo o Sul Fluminense.
Não haverá abertura para os demais grupos, devido à baixa cobertura vacinal. Em Volta Redonda a meta é vacinar 90% da população alvo, cerca de 70 mil pessoas.
Até essa sexta-feira, dia 31, mais de 53 mil doses já tinham sido aplicadas no município, atingindo 76,43% do público-alvo.
A campanha é voltada para crianças de seis meses a cinco anos; gestantes em qualquer idade gestacional; puérperas (mulheres no período até 45 dias após o parto).
Também estão incluídos trabalhadores da área de saúde; professores; toda população indígena, a partir dos seis meses de idade; e indivíduos com 60 anos ou mais.
Ainda devem se vacinar os portadores de algumas doenças crônicas não transmissíveis, munidos da indicação médica.
Estão incluídos casos de doença respiratória crônica; doença pulmonar obstrutiva crônica; doenças intersticiais do pulmão; doença cardíaca crônica; doença renal crônica; doença hepática crônica; e doença neurológica crônica. Além do diabetes; imunossupressão; obesos grau III; transplantados; e portadores de trissomias – Síndrome de Down, Síndrome de Klinefelter, Síndrome de Wakany.
A coordenadora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde de Volta Redonda, Milene Paula de Souza, destaca que as crianças, gestantes e puérperas sempre são o público-alvo que tem baixa cobertura.
“Essa é ultima oportunidade para que os pais levem os filhos que estão na faixa etária indicada para vacinar. É muito importante também que as gestantes, em qualquer idade gestacional, além das puérperas, procurem a unidade de saúde mais próxima da sua residência”, disse a coordenadora.
O secretário de Saúde de Volta Redonda, Alfredo Peixoto, ressalta que a melhor forma de evitar a doença é com a prevenção. “
”Por isso é tão importante à vacinação para reduzir as complicações, internações e a mortalidade, decorrentes das infecções pelo vírus da influenza na população, mais comuns nos meses mais frios do ano”, disse o secretário.
