Barra Mansa

Prefeito de Barra Mansa fala sobre volta às aulas e vacina




O prefeito Rodrigo Drable (DEM) falou, durante transmissão ao vivo pelo Facebook, no início da noite desta terça-feira (12), sobre as estratégias de vacinação para a cidade e sobre os protocolos para a volta às aulas, a partir de fevereiro, caso os números referentes à pandemia permitam.

Vacinação

Sobre a vacinação, Rodrigo disse que vai começar pelos grupos prioritários, mas disse que já dispõe de 75 mil kits de seringas e agulhas para iniciar a vacinação, e tem termos de intenção de compras com a Fundação Oswaldo Cruz e o Instituto Butantan para adquirir 80 mil vacinas. No entanto, ele disse ter informações de que as vacinas do Instituto Butantan serão todas compradas pelo governo federal.

A Prefeitura de Barra Mansa pretende estabelecer uma Central de Vacinação e estabelecer locais nas unidades de saúde classificadas como sentinelas (que são as que tiveram o horário de funcionamento estendido até 22 horas), para controlar a aplicação das vacinas e evitar que pessoas de outros municípios recebam o imunizante adquirido para os barramansenses.

Volta às aulas

Rodrigo Drable informou que a prefeitura já tem um protocolo que prevê a retomada das aulas, de forma gradual, a partir de 1 de fevereiro, mas que isso vai depender do comportamento dos números referentes à pandemia. Há uma reunião marcada para o dia 26 de janeiro, quando esse assunto estará em pauta.

O prefeito admitiu que há um risco a ser assumido no caso do retorno, mas argumentou que o prejuízo para alunos e famílias já está muito grande e precisa ser minimizado.

Ele também respondeu a críticas que recebeu de gente que afirma que o comércio e outras atividades estão abertos e só as escolas não voltaram: o prefeito lembrou que, na rua ou em outros lugares, é possível se distanciar de alguém que aparente apresentar risco; já nas escolas, além de os alunos estarem na maior parte do tempo confinados às salas de aula, existe o fato de a grande maioria das crianças e adolescentes serem assintomáticos.

– O risco de contaminação por Covid-19 na escola é muito maior – disse.


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