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Lockdown em Volta Redonda depende de análise de governos



Por Tribuna


Nesta segunda-feira (15), o prefeito de Volta Redonda, Antônio Francisco Neto, disse que o lockdown na cidade depende de uma análise técnica entre os governos estadual, federal e municipal. Isso leva em consideração os números de leitos disponíveis, números de mortes e de casos confirmados.

Nessa semana, está descartado o fechamento. O lockdown funciona só serviços essenciais como farmácias, supermercados, serviços da setor de saúde, postos de combustíveis e padaria.

— A prefeitura está fazendo a sua parte: fiscalizando, realizando campanhas de conscientização e vacinando a população — disse Neto, através da assessoria de imprensa:

“O Brasil vive o pior momento e isso se reflete nos municipios”, comentou.

Atualmente, Volta Redonda conta com 30 leitos de UTI – dos quais 15 da rede municipal e outros 15 no Regional.

Em relação aos novos leitos, o município está aguardando recursos dos governos do estado e federal para abrir os leitos no Hospital do Retiro, conforme Neto havia prometido. 

“As obras da construção civil está prontas. Faltam agora os equipamentos”.

Dados da CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) mostram que o fechamento do comércio – ocorrida no ano passado – causou a quebra de pelo menos três mil pequenos negócios. 

No último boletim epidemiológico, a cidade já registrava 486 óbitos causados pelo vírus da pandemia. Confira os dados abaixos:

VOLTA REDONDA

Boletim epidemiológico, dia 14 de março

Notificados – 52.976

Confirmados – 20.833

Curados – 17.294

Em Tratamento – 2.727

Isolamento domiciliar – 2.642

Internado em enfermaria – 47

Internado em UTI – 38

Óbitos Confirmados – 486

Óbitos Suspeitos – 00

Negativos – 21.571

Vacinados – 21.391


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