Por Tribuna
Mais uma derrota pra bancada Bolsonarista na Câmara, após divergências sobre uma possível interceptação no resultado das urnas eletrônicas, algo que não foi comprovado. O presidente Jair Bolsonaro levantou a tese, e com isso o assunto em Brasília ganhou os bastidores.
O TSE e o STF tiveram suas funções denegridas, causando polêmica. Na comissão especial a PEC já havia sido derrotada, o presidente da Câmara Arthur Lira resolveu levar ao plenário, onde nesta noite de terça-feira (10) sofreu derrota será arquivada.
O deputado Antônio Furtado (PSL), único representante do Sul Fluminense no Congresso Nacional, votou a favor do voto impresso. Antes da votação, ele emitiu uma nota à imprensa justificando a sua decisão.
“É necessário dialogar para decidir. Por isso a decisão de levar para a plenária da Câmara dos Deputados essa discussão sobre o voto auditável, proposto pela PEC 135/2019. Sou um apoiador dessa possibilidade”, diz a nota, que prosseguiu:
“O eleitor terá mais segurança e transparência no processo eleitoral. Ao votar verá a sua escolha impressa em um papel que será, automaticamente, depositado em uma urna sem qualquer contato manual. Não estamos defendendo o fim das urnas eletrônicas, somente, uma maneira de fazer as verificações dos votos caso seja necessário”.

