Volta Redonda

Dia da Mulher: Volta Redonda tem pouca representatividade na política




Lugar da mulher é onde ela quiser! Essa máxima na política de Volta Redonda parece não valer. No Dia Internacional da Mulher, os dados mostram que elas têm pouca representatividade.

Segundo levantamento do jornalista Mateus Gusmão, do jornal aQui, dos 28 cargos de primeiro escalão da prefeitura de Volta Redonda, apenas oito são ocupados por mulheres – o que corresponde a menos de 30%.

As nomeações desses cargos é do prefeito Antônio Francisco Neto. No legislativo de Volta Redonda, os números são ainda menores.

Ainda de acordo com o jornalista, dos 40 candidatos mais votados nas eleições para vereador em 2020, apenas duas eram mulheres. Nenhuma das duas foi eleita e a Câmara de Volta Redonda não tem uma representante feminina.

Por outro lado, conforme a prefeitura, a cidade movida por mulheres. Assim pode ser definida Volta Redonda. Isto porque dos mais de 11 mil funcionários, 8.116 (69%) são mulheres – entre estagiárias, cargos comissionados, contratos e servidores com vínculo empregatício.

A mais recente a ocupar um cargo de titular no governo municipal é a secretária de Infraestrutura, Poliana Gama. Trabalhando em um ambiente tradicionalmente formado em sua maioria por homens, a engenheira falou sobre os desafios do dia a dia.

“Hoje, temos cerca de 90% do quadro de funcionários formados por homens, mas temos mulheres na capina, varrição, na administração e uma como encarregada de obra. E diferente do que muitas pessoas podem pensar, existe um respeito muito grandes deles conosco. Os meninos nos apoiam bastante. Existe um espírito de parceria mesmo”, garantiu Poliana.


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