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Moradora de Resende mata idoso que tentou lhe estuprar




A família de uma mulher que foi presa acusada de matar um homem de 72 anos, em São Lourenço (MG), no mês passado, alega que ela foi presa injustamente, pois teria agido em legítima defesa por ser vítima de estupro. A mulher foi indiciada pela Polícia Civil e teve a denúncia oferecida à Justiça pelo Ministério Público por homicídio qualificado (veja detalhes mais abaixo).

A informação foi divulgada inicialmente pelo Portal Metrópoles e confirmada pelo g1. Em uma publicação em uma página criada em uma rede social, a família conta que Sthéfanie Marques Ferreira Cândido é natural de Resende (RJ) e foi para São Lourenço a trabalho. A família também diz que Sthéfanie não tem antecedentes criminais e que sempre foi uma mulher pacífica e muito querida por todos.

A família também diz que ela matou o homem quando se defendia de uma tentativa de estupro. A mulher foi levada para o Presídio de Santa Rita do Sapucaí, onde está presa preventivamente, suspeita de cometer homicídio qualificado.

A família também denuncia preconceito no caso. “Sabemos como nossa sociedade trata pessoas negras, pobres, LGBTI e mulheres. Sthéfanie sempre teve orgulho de dizer que é uma mulher preta, gorda e sapatão”, diz a postagem.

A página criada pela família de Sthéfanie tem o objetivo de arrecadar fundos para custear o trabalho das advogadas contratadas para a defesa dela.

O crime

Segundo registro feito pela Polícia Militar, o crime aconteceu na noite do dia 22 de outubro. Ao ser presa após o crime, no banheiro da barbearia onde trabalha, a mulher contou para a polícia que foi até a casa de Jorge Valentim por volta de 22h, como de praxe, e que, de repente, o homem tentou agarrá-la com a intenção de forçar “um ato libidinoso ou a própria conjunção carnal”.

Ainda para a polícia, Sthéfanie disse que afastou, mas o homem investiu contra ela e durante luta corporal, ela feriu o joelho em um copo de vidro que havia caído no chão. Durante a luta, a mulher começou a enforcá-lo e confessou para a polícia que queria matá-lo devido à raiva que estava sentindo dele.


2 Comentários

    • Cidadão Br 15:37

      Palavras óbvia dela sobre o assunto do homicídio.
      O outro lado não pode mais se defender.
      A investigação mostrará a verdade.

    • Carlos Eduardo 19:53

      Então sentiu raiva e matou? Agora vai ter que arcar com as consequências da raivinha que sentiu! Se não tem dinheiro para advogado vai de defensoria pública. Um erro não pode ser tratado com outro erro, quer fazer justiça com as próprias mãos, dá nisso. Que ela seja julgada com todo o rigor da lei, pois “ninguém” tem o direito de tirar a vida de outra pessoa independente da raivinha que está sentindo. Lamentável.

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