A família de Júlia Hemanuelly de Faria Costa, de 15 anos, continua a sua procura. Ela está desaparecida há 11 dias e os parentes ainda não sabem o paradeiro da menina de Arrozal, distrito do Piraí. Fontes ligadas a Polícia Civil não descarta a possibilidade de morte da garota.
Os agentes acreditam que o padrasto de Júlia está ligado diretamente com o seu desaparecimento. Ele, que é mecânico, nega a acusação. O homem de 44 anos foi preso na última segunda-feira (20)
Após as investigações da Polícia Civil, o juiz de plantão decretou a prisão do homem por 30 dias, podendo ser renovado por igual período.
O delegado Marcelo Haddad disse que há fortes de índicos da participação do homem no desaparecimento. Os agentes encontram manchas de sangue no sofá e no carro do acusado, além de imagens de segurança mostram atitudes suspeitas do padrasto.
A mãe disse aos policiais que a relação dos dois (menina de 15 anos e o padrasto) não era boa e havia diversas brigas. No início do desaparecimento, a mãe chegou a enviar mensagem para filha e obteve resposta. Porém, a família desconfiou que não teria sido a menina respondido a mensagem, mas sim uma outra parente.
Na mensagem, ela disse que estaria na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Segundo fontes, neste domingo, o sinal do celular voltou e o aparelho estaria numa área de mata em Pinheiral. As buscas pela menina ainda continuam.
