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Aplicativos de bancos brasileiros apresentam falhas após pane




Ao menos quatro aplicativos de bancos brasileiros apresentaram falhas na manhã desta sexta-feira, 19. Relatos compilados pela plataforma Downdetector, que rastreia interrupções de internet relatadas por usuários, dão conta de problemas no acesso dos aplicativos do Bradesco e de sua marca digital Next, do Banco Pan e do Neon. As notificações ganharam tração após às 6h (de Brasília), horário em que os relatos sobre o problema começaram.

A queda dos sistemas foi aparentemente causada por uma atualização da empresa de cibersegurança CrowdStrike, segundo funcionários da multinacional de tecnologia e profissionais externos ouvidos pela Dow Jones Newswires.
A Febraban informou que a “maioria das instituições financeiras brasileiras já normalizou seus serviços e as demais estão em avançado estado de normalização e trabalhando para garantir o funcionamento de seus serviços rapidamente. Alguns sistemas das instituições financeiras brasileiras chegaram a ser temporariamente afetados em diferentes escalas pela atualização do antivírus crowstrike, mas nada que comprometesse a prestação de serviços de forma relevante”.
O Bradesco afirmou que “em virtude de um apagão cibernético global que afeta várias empresas no mundo, os sistemas dos canais digitais apresentam indisponibilidade nesta manhã. Equipes estão atuando para regularização o mais breve possível. Os terminais de autoatendimento do banco funcionam normalmente”.
As assessorias do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) confirmaram ao Estadão/Broadcast que seus sistemas não foram atingidos. Questionado, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) afirmou que não recebeu, até o momento, nenhuma informação de que tribunais estaduais ou federais tenham sido atingidos.
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que o apagão cibernético global, que tem afetado redes de TV, aeroportos, bolsas de valores e outros serviços em todo o mundo, “não trouxe impactos para as atividades da empresa e nem para a operação do Sistema Interligado Nacional”.

 


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