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Brasil conquista dois ouros nesta madrugada




A madrugada está dourada para o Brasil! Horas após a conquista de Isaquias Queiroz na canoagem, o país tem mais um campeão olímpico no boxe. Assim como Robson Conceição fez na Rio-2016, Hebert Conceição levou a medalha de ouro nos Jogos de Tóquio, na madrugada deste sábado, ao vencer com um lindo nocaute o ucraniano Oleksandr Khyzhniak na decisão da categoria peso-médio masculino (até 75kg).

Khyzhniak começou a luta melhor e levou os dois primeiros assaltos por decisão unanime dos juízes. Sem nada a perder, Hebert resolveu arriscar tudo e conseguiu um lindo nocaute, a um minuto e meio do fim.

Hebert é o segundo atleta brasileiro do boxe a subir no pódio nessas Olimpíadas. Antes dele, Abner Teixeira conquistou o bronze na categoria peso-pesado (até 91kg). Ainda há mais uma medalha garantida para o esporte com Bia Ferreira, que disputa o ouro neste domingo, último dia dos Jogos.

A medalha de Hebert ajudou o Brasil a bater o recorde de medalhas em uma mesma edição de Olimpíadas.  Até o momento, foram seis medalhas de ouro, quatro de prata e oito de bronze. Ainda há mais três garantidas, no futebol masculino, no boxe, com Bia Ferreira, e no vôlei feminina. Resta apenas definir se elas serão de prata ou de ouro.

Outro ouro 

Uma das maiores esperanças de medalha do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio, Isaquias Queiroz não decepcionou e fez valer seu favoritismo. Na noite desta sexta-feira, o canoísta garantiu mais um ouro para o Brasil ao vencer a final do C1 1000m, disputada no Canal Sea Forest, com o tempo de 4m04s408. A prata ficou com Hao Liu, da China, e o bronze com Serghei Tarnovschi, Moldávia.

Isaquias fez uma grande prova e desde o início mostrou que chegou para vencer. Após assumir a liderança, o baiano administrou bem as remadas até a reta final, quando apostou em sua explosão mais uma vez. Ele cruzou a reta de chegada com mais de um barco de vantagem em relação ao segundo colocado.

A medalha conquistada por Isaquias é sua quarta em Jogos Olímpicos, mas a primeira de ouro. O canoísta já havia faturado duas pratas, no C1 1000m e no C2 1000m, além de um bronze, no C1 200m, todas nos Jogos do Rio, em 2016. Com isso, o baiano entra no top-5 dos maiores medalhistas do Brasil na história das Olimpíadas. Ele empata em número de pódios com Gustavo Borges, da natação, e o ex-líbero Serginho, ficando atrás apenas de Torben Grael e Robert Scheidt, que conseguiram cinco conquistas.

Com a conquista na canoagem, o Brasil aumenta ainda mais seu recorde em Tóquio. O país nunca havia subido ao pódio tantas vezes em uma mesma edição. Até o momento, foram cinco medalhas de ouro, quatro de prata e oito de bronze.


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