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“A doença é pior do que é visto na TV”, diz jornalista



Por Tribuna 


Nos últimos dias, a vida da jornalista Angélica Leal não foi nada fácil. A sua família – esposo, mãe, pai, irmã, filho e ela própria – foi contaminada com o vírus do Covid-19. O estado de sua mãe, de 75 anos, e do marido, 46, foram os mais graves: ambos precisaram ser internados. Ele teve 50% dos pulmões comprometidos e ela 75%. (escuta o áudio no final da reportagem com mais informações)

Após a alta médica do marido, ela desabafou nas redes sociais: “Eu esperei por esse momento (alta médica do esposo) durante uma semana com a maior dor que eu já pude sentir em toda a minha vida”, começou o depoimento. 

— Internei minha mãe com Covid na quarta passada com 75% de comprometimento pulmonar e meu marido na quinta com 50% e em estado grave — relatou a jornalista, que prosseguiu 

“Foi tudo muito rápido, na sexta eles estavam bem e na quarta internados. Hoje eu quero agradecer primeiramente a Deus e a Nossa Senhora, e a todos que oraram, que de alguma forma nos ajudou, mas principalmente quero agradecer a toda equipe do Centro de Covid de Barra Mansa que foram perfeitos e são anjos na terra”. 

Agradecendo aos médicos, Angélica citou Carlos Gustavo Medeiros: “Um dos médicos que mais entende de protocolos sobre o Covid na nossa região e fez todo o tratamento inicial, que foi fundamental para que o pior não acontecesse”, contou. 

— Agora um recado, aqui na minha casa com todos os cuidados, todos nós pegamos, e com certeza foi a pior coisa que vivemos. Não subestimem esse vírus, em cada pessoa, em cada família ele é de uma forma, não podemos achar que porque algumas pessoas ficam boas, todos vão ficar — disse a jornalista, que finalizou:

“Sóvai doer quando for com alguém que você ama. Se cuidem, muito, redobrem os cuidados, é muito pior do que tudo que a gente já viu na TV um dia”.

 


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