Volta Redonda

Torcedores lotam bares de Volta Redonda no massacre do Flamengo



Por Tribuna

Aos flamenguistas, uma festa não que viviam há 38 anos: estar na final da Libertadores. Aos adversários, o silêncio. Cinco a zero em cima do Grêmio.

O maraca estava pequeno para a gigantesca nação rubro-negra. Aqueles que não conseguiram um ingresso, restou assistir o jogo nos bares de Volta Redonda.

Porém, o clima era de arquibancada. Mesmo sendo transmitido pelo canal aberto, muitos optaram em assistir com os amigos.

— Minha esposa não me  aguenta em casa — disse o engenheiro Gustavo Lopes, de 33 anos. “É um momento histórico”, definiu o amigo dele Jorge Augusto de Almeida, de 29, que optaram por um bar no bairro Monte Castelo.

Já o casal Fernanda Bruna de Oliveira, de 36 anos, e Daniel Barbosa, 40, foram com os amigos num bar do Aterrado.

— O clima aqui é igual a da antiga geral do maraca. Eu tinha dois anos quando última vez que o mengão foi campeão da Libertadores — disse ele.


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