Cafezinho com Roger Soares Colunas

A eco prostituição da classe artística


Por Roger Soares 

Hoje em nosso cafezinho, os grãos são tipo exportação. E para encerrar a trilogia deste assunto um pouco mais complexo do que ele parecia ser no início; vamos dar sequência e observar que tudo aquilo que é dito contra o Brasil por estrangeiros é apoiado pela nossa elite artística que nas horas de folga, não se esconde para fazer militância de esquerda, pois afinal de contas muitos desses artistas tiveram a insensatez de apoiar uma admoestação da primeira-dama da Noruega quando esta chamou a atenção para a destruição das florestas no Brasil. Mas a primeira-dama norueguesa não soube citar os fatos, que eu venho narrando nos últimos dois cafezinhos, porque ela simplesmente é uma ignorante sobre o tema; e não tem a menor capacidade de dar palpites sobre o Brasil e seus biomas; inclusive, o ex-presidente Michel Temer nada fez, porque também, por incapacidade, não conhece os pormenores do que narrei até aqui.

Assim como essa manada descerebrada é superficial, e que forma a elite artística, também não sabe, porque nenhum artista brasileiro está interessado em informações de fato; em informações reais, sinceras e honestas sobre Amazônia, sobre sustentabilidade e informações reais e profundas, sobre o verdadeiro mundo verde em geral; esse tipo de ser humano que busca a fama e os holofotes prefere crer na opinião de especialistas estrangeiros, tão cultos e comprometidos com a verdade, quanto os artistas de novela, que não sabem onde ficam o rio Xingu, desconhecem a localização da mata Atlântica ou nunca ouviram falar na Serra da Mantiqueira, quanto mais encontrá-los em um mapa de geografia!

É quase instantâneo: Um estrangeiro criticou o Brasil no campo ecológico?  A manada descerebrada pensa, que eles tem razão. Os nossos artistas com sua imagem gliterada produzem ainda mais essa desordem mental, porque sem raciocinar sobre a importância da questão optam pelo “politicamente correto” ou seja prestam um desserviço à nação.

Fica uma dica ao governo Bolsonaro: pesquisar quantos artistas providos da complexidade de uma ameba recebem dinheiro da ONG internacional: FARMS HERE, FOREST THERE. Pois afinal de contas esta ONG defende através de Lobbies internacionais a favor dos agricultores americanos e contra a agricultura brasileira. Essa organização não-governamental não teve nem mesmo a preocupação em adotar um nome menos agressivo, mesmo porque nem precisava, afinal de contas encontrou nos muares da classe artística brasileira, uma nova espécie que precisa ser catalogada,  como eco prostitutas, pois se vendem com a mesma facilidade que as garotas de programa vendem seus corpos, sem se importar com a qualidade de seus clientes.

(*) é empresário.

 

2 Comentários

    • Tatuí 13:46

      Falou algo legal ao citar as verbas vindas dessa tal ONG do Mal. Bora lá investigar quem recebe essa grana dessas companhias estrangeiras.

    • Joel 22:19

      Uma coluna de extrema importância para quem quer ouvir a verdade, sem medo da mesma. Gostaria de parabenizaro colunista , Roger Soares. Que a verdade seja dita, tem muita coisa de baixo do pano em nosso país.

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