Três amigas foram resgatadas por uma equipe do Corpo de Bombeiros depois de se perderem na descida da trilha da Pedra do Paraibuna, em Levy Gasparian (RJ). As mulheres, de 26, 30 e 35 anos, passaram cerca de três horas debaixo de uma forte chuva em uma área de mata fechada. As informações são do G1.
As três são moradoras de Juiz de Fora (MG). Elas saíram de casa por volta das 10h, de carro, em direção a Levy Gasparian. Na subida da trilha, enfrentaram pouco mais de 5 km de caminhada até o topo da pedra, que tem 890 metros de altura.
A gente viu que a trilha estava bem barrenta, porque os dias anteriores foram chuvosos, só que o tempo estava aberto. Foi uma subida cansativa porque é muito íngreme, mas deu tudo certo. O caminho é cheio de nascentes de água. Chegamos no topo da pedra às 13h. Lá em cima, a vista é maravilhosa”, contou Fernanda Machado — as demais pediram para não serem citadas.
Os problemas começaram na descida, que começou por volta de 14h20. Primeiro, elas se depararam com muitos cavalos que impediam a passagem delas pela trilha.
Neste momento, as turistas fizeram o primeiro contato com os bombeiros de Três Rios para pedir orientações de como agir diante dos animais. Assim que conseguiram passar pelos animais, começou a chover forte.
“O tempo fechou e chovia muito. Como estávamos correndo para manter distância dos cavalos, nos confundimos e entramos em outra trilha. Ali nós já estávamos perdidas. Descia enxurrada, levamos vários tombos e não sabíamos mais por qual caminho seguir”, lembrou Fernanda.
Elas estavam entre dois paredões de pedra no meio do mata. “A gente não encontrava a saída. Foi apavorante. Éramos três mulheres sozinhas. Não tinha mais ninguém na trilha. Achei que íamos dormir ali. Tava desesperada. Desabei a chorar”, descreveu.
Apesar da dificuldade que enfrentavam no momento, elas conseguiram encontrar um ponto com sinal de celular e voltaram a entrar em contato com os bombeiros.
O atendimento foi feito pelos primeiros-sargentos Julio Cesar Marques, José de Barros Franco Neto e Wandel Tenente de Azevedo.
As turistas foram encontradas por volta das 17h20, pouco mais de três horas depois do início da descida, que deveria ter durado uma hora e 20 minutos.
“Quando eu vi os bombeiros, já me deu uma sensação de alivio. Na hora que eu vi meu carro e pude tirar meu tênis, foi a melhor sensação”, lembrou.
Apesar do susto, dos tombos e de alguns arranhões, todas passam bem. Elas chegaram em Juiz de Fora por volta das 19h.
“A gente precisava contar essa história, não só como gratidão com os bombeiros, mas também como alerta pras pessoas porque esse tipo de trilha deve ser feito pela manhã”, disse Fernanda.
Neste momento, as turistas fizeram o primeiro contato com os bombeiros de Três Rios para pedir orientações de como agir diante dos animais. Assim que conseguiram passar pelos animais, começou a chover forte.
“O tempo fechou e chovia muito. Como estávamos correndo para manter distância dos cavalos, nos confundimos e entramos em outra trilha. Ali nós já estávamos perdidas. Descia enxurrada, levamos vários tombos e não sabíamos mais por qual caminho seguir”, lembrou Fernanda.
Elas estavam entre dois paredões de pedra no meio do mata. “A gente não encontrava a saída. Foi apavorante. Éramos três mulheres sozinhas. Não tinha mais ninguém na trilha. Achei que íamos dormir ali. Tava desesperada. Desabei a chorar”, descreveu.
Apesar da dificuldade que enfrentavam no momento, elas conseguiram encontrar um ponto com sinal de celular e voltaram a entrar em contato com os bombeiros.
O atendimento foi feito pelos primeiros-sargentos Julio Cesar Marques, José de Barros Franco Neto e Wandel Tenente de Azevedo.
As turistas foram encontradas por volta das 17h20, pouco mais de três horas depois do início da descida, que deveria ter durado uma hora e 20 minutos.
“Quando eu vi os bombeiros, já me deu uma sensação de alivio. Na hora que eu vi meu carro e pude tirar meu tênis, foi a melhor sensação”, lembrou.
Apesar do susto, dos tombos e de alguns arranhões, todas passam bem. Elas chegaram em Juiz de Fora por volta das 19h.
“A gente precisava contar essa história, não só como gratidão com os bombeiros, mas também como alerta pras pessoas porque esse tipo de trilha deve ser feito pela manhã”, disse Fernanda.
