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Com a insegurança, Angra perde mais de 1,1 mil empregos em 2018


É intuitivo que a falta de segurança prejudica a economia.  Ninguém quer investir em áreas de conflito e violência. O consumidor foge e aumentam os custos para manutenção do negócio. E acaba recaindo aos trabalhadores. Esse cenário vem acontecendo em Angra dos Reis, que está estado de calamidade pública na área de segurança. E, claro, reflete na economia.

Dados do Caged comprovam: de janeiro a julho, o saldo negativo de empregos formais fechou em 1.147. No último mês, por exemplo, foram 272.

A prefeitura de Angra dos Reis admite que o turismo, um das principais fontes da economia, vem sendo atingido com a violência. No setor, houve uma queda de 40%. Isso endossado com os dados do Cadeg. O comércio e serviço, juntos, fecharam nos sete primeiros meses do 591, mais de 50% do resultado negativo no período.

TOTAL ADMIS.TOTAL DESLIG.SALDOVARIAC. % *TOTAL ADMIS.TOTAL DESLIG.SALDOVARIAC. %
500772-272-1,014.7965.943-1.147-4,14

 

“Diante do cenário adverso, é preciso que o governo adote medidas de prevenção e execute os gastos indispensáveis para a política de segurança. A falta de segurança pública afugenta investimentos e eleva o grau de despesas improdutivas da economia. Quando não há um ambiente seguro, o empresário se vê obrigado a direcionar recursos a esta área, retirando valores que estariam melhor aplicados no aumento da produtividade”, disse o economista Gesner Oliveira, da Fundação Getúlio Vargas (FGV) 

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