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Com pandemia, Volta Redonda tem um boom de moradores de rua




O problema é antigo, mas vem se agravando com a pandemia: o aumento de moradores em situação de rua em Volta Redonda. Não há dados oficiais, mas o aumento é claro para quem frequenta as vias da cidade.

Em cada canto dos centros comerciais, é possível ver um ou um grupo. O problema é social. Eles não são objetos ou animais, são seres humanos.

Segundo especialistas, há dois principais motivos para eles pararem nessa situação: conflito familiar e dependência química. O Centro Pop da cidade tem cadastrados 60 pessoas em situação de rua, mas o número real é bem maior. Há em Volta Redonda também um albergue, no Aterrado – onde tem toda infraestrutura, com cama e alimentação. Porém, há regras como limite máximo de entrada às 22 horas.

“Eles, os dependentes químicos, têm dificuldade de cumprirem regras e preferem as ruas. Não podemos obrigá-los”, disse uma especialista, que evitou em estereotipizar.

Apesar de um problema social, a população se diz incomodado com abordagem deles nas ruas. “São agressivos que dá até medo”, disse uma moradora do Aterrado.

Os pontos mais críticos são Aterrado (praça da Prefeitura e da Rotary); Vila Santa Cecília; Laranjal; Retiro e Avenida Amaral Peixoto.

A rotina dele é a mesma. Após acordar, eles vão para próxima de padarias pedir comida. O mesmo acontece no início da tarde, nos restaurantes, no horário de almoço. No restante do dia, eles mendigam com os pedestres. Alguns até tentam conseguir uma dinheiro vendendo balas em sinais, vendendo reciclagem e artesanatos.

Mas, no período da noite, eles vão em bar em bar buscando um gole de bebida alcoólicas. Na madrugada, há relatos – já publicados pela imprensa – de brigas entre si e, até mesmo, mortes.


1 Comentários

    • Edmeia de Carvalho 08:20

      que jornaleco mais mal escrito!

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