Destaque 1 Volta Redonda

Gotardo permanece internado e, após alta, será levado para Bangu



 


O ex-prefeito de Volta Redonda Gotardo Lopes Netto, preso na operação desta sexta-feira (28), permanece internado no próprio hospital, Hinja, sob custódia da Polícia Federal. Após a alta, ele será levado para o Rio de Janeiro. Ele teve pressão alta e socorrido na sede da Polícia Federal de Volta Redonda por uma ambulância do Samu. Não foi informado o estado de saúde dele.

Gotardo foi preso em sua casa, num condomínio de luxo no bairro Laranjal, em Volta Redonda.

Os sete presos na operação que investiga fraudes na Saúde, entre eles o pastor Everaldo, deixaram a sede da Polícia Federal, na tarde desta sexta-feira, para dar entrada no sistema prisional. Eles foram transferidos para a cadeia pública de Benfica e de lá eles devem ser transferidos para a penitenciária de Bangu.

Segundo balanço divulgado pela Polícia Federal, foram cumpridos, nesta manhã, 83 mandados de busca e apreensão, sendo um deles expedido durante a deflagração. A Justiça também expediu 16 mandados de prisão, dos quais 12 foram cumpridos, sendo oito no Rio de Janeiro e um em São Paulo. Três mandados eram de alvos que já estavam presos e nove estavam em liberdade.

Três alvos da operação já estavam presos

Os três presos que tiveram novo mandado expedido foram os empresários Mário Peixoto e os sócios Alessandro Duarte e Cassiano Luz. A delação do ex-secretário de Saúde Edmar Santos corroborou as provas reunidas nas operações Favorito e Placebo e deu nomes aos bois, permitindo aos investigadores visualizar todos os personagens da organização e o papel de cada um.

As semelhanças e as confluências entre o esquema desbaratado na operação Calicute, que prendeu Sérgio Cabral, e o de agora, na ação denominada Tris in idem, indicam que Wilson Witzel também se cercou de integrantes de dentro e de fora do governo para dar continuidade ao esquema de corrupção, a exemplo de seu antecessor. Pastor Everaldo é preso em operação que mira governador Witzel, afastado do cargo por suspeita de corrupção na Saúde

‘Não tem dinheiro em casa’, disse Everaldo à polícia

“Não tem dinheiro em casa”. Essa foi a única frase dita pelo pastor Everaldo, que foi preso na manhã desta sexta-feira, dia 28, em uma operação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro. Integrante da Assembleia de Deus e presidente Nacional do Partido Socialista Cristão (PSC), o político é suspeito de estar envolvido em um suposto esquema de desvios na saúde do estado. Seu mandado de prisão foi expedido pelo ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o mesmo que determinou o afastamento imediato do governador Wilson Witzel (PSC) do cargo, por 180 dias. Dois filhos do pastor também foram presos: Felipe Pereira e Laércio Pereira. Foto: TV Rio Sul.


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