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Morte de PM em Resende foi encomendada pelo tráfico, diz delegado


A morte do sargento-PM, Alexandre Balbino Silva, de 44 anos, foi encomendado pelo tráfico de drogas. A afirmativa foi dada pelo delegado de Resende Michel Floroschk, em entrevista ao um jornal diário de Volta Redonda.

Um dos suspeitos de executar a vítima foi preso no dia anterior, Alex Lopes da Silva, o “Branquinho”, de 30 anos, integrante de uma facção criminosa com reduto nos bairros Fazenda da Barra I e II.

O PM foi morto com vários tiros no dia 18 de setembro, em um posto de combustíveis, às margens da Via Dutra, no bairro Paraíso, em Resende. A ação dos criminosos foi registrada por uma câmera de segurança.

O veículo usado pelos assassinos foi encontrado incendiado no mesmo dia do crime, às margens da Via Dutra, também em Resende,

Pela denúncia, a morte do sargento, lotado no 37º Batalhão da PM, foi encomendada porque o policial estava coibindo o tráfico de drogas, na região da Fazenda da Barra, onde a quadrilha de Branquinho comandava os pontos de venda de entorpecentes.

Outro suposto executor foi Abramo Barbosa Vieira Goulart, o “Maranhão”. Ele morreu numa troca de tiros com policiais militares, no dia seguinte ao da morte do policial.

Floroschk disse que vai tomar o depoimento nesta terça-feira. Branquinho, em seguida, será transferido para o sistema prisional do Estado do Rio de Janeiro, onde ficará à disposição da Justiça de Resende.

 

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