Barra Mansa

Passageiro sem máscara será retirado de ônibus em Barra Mansa



Por Tribuna

A partir desta segunda ( 4, quem for flagrado sem máscara dentro de um ônibus em Barra Mansa será imediatamente retirado do veículo. E sem ter direito à devolução da passagem.

“O ambiente (dentro de um ônibus) é propício para contaminação pelo novo coronavírus, sem contar que alguns veículos ainda andam cheios de passageiros. Assim, quem estiver sem máscara estará sujeito a ser retirado do ônibus”, destacou.

Rodrigo anunciou de que forma isso será feito “A partir de segunda (4), vamos mandar algumas equipes de fiscalização para as ruas. Elas vão parar os ônibus e quem estiver sem máscara será obrigado a sair, sem ter direito à devolução da passagem ou do valor da mesma”, acrescentou.

“Se alguém tem que ir à rua, que use máscara. Não tem que entrar sem máscara dentro de um ônibus”, reiterou, deixando um recado aos empresários do setor: “A empresa tem que orientar os motoristas a não permitir o acesso de passageiros sem máscara. Se deixarem, as empresas serão multadas”, ameaçou.

Esquema na Caixa

O prefeito Rodrigo Drable afirmou, na live que fez na noite de sábado, 02,  entrou em contato com a gerência da Caixa Econômica Federal (CEF) para buscar uma saída para o problema das filas que têm se formado na porta da agência por causa principalmente do pagamento do benefício do governo federal.

-A partir desta segunda-feira, 04, colocaremos um guarda-corpo ao longo de toda via da CEF, no Centro, com marcação de espaço. O mesmo acontecerá com a agência do bairro Vila Nova, com isso vamos acabar com as vagas de estacionamento nas localidades. Contaremos também com uma ambulância na Praça da Igreja Matriz, para possíveis atendimentos médicos, e com profissionais da saúde realizando a higienização das mãos dos clientes dos bancos -informou.

Sobre a flexibilização do comércio, Rodrigo disse que tomou a medida para garantir empregos e salários. “Porém é necessário frisar que o isolamento continua existindo, se não houver necessidade de ir às ruas, não vão. Nosso esforço vai ser para manter as lojas abertas, mas se for necessário iremos fecha-las novamente. Nenhuma vida é indispensável”, refletiu.

Rodrigo ainda falou sobre a evolução da doença nas demais cidades do estado e a pouca quantidade de sepulturas.

-Nós adotamos alguns procedimentos que nos garantiram uma margem de segurança, porém se todos os hospitais do Estado do Rio de Janeiro estiverem lotados, nossa rede de saúde não poderá deixar de atender pacientes de outras cidades, pois se classificaria crime negar socorro médico. Outra coisa que me alarmou foi o fato de termos sidos consultados em relação a quantidade de sepulturas que temos na cidade, isso é ainda mais preocupante, pois talvez seja um sinal que outros municípios não tenham a capacidade de enterrar as pessoas que vierem a óbito. Apesar de tudo, nossas ações são contrarias a essas realidades e tem se tornado referência para outras cidades. Por isso eu reforço a importância de estarmos cada vez mais comprometidos em reverter essa situação e darmos a volta por cima – finalizou.

 


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