Volta Redonda

Volta Redonda recebe o primeiro evento “Reaja Mulher”




Volta Redonda vai receber na próxima segunda-feira, dia 25, o primeiro evento “Reaja Mulher”. A ideia do encontro é ajudar e orientar as mulheres para que não seja vítima de violência psicológicas e física – no ambiente familiar ou não. O encontro será na Moods Ginkeria, que fica na rua senador Pinheiro Machado, no bairro Jardim Amália, em Volta Redonda

“Vamos levar conhecimento, e ajuda para a mulher através de conexões com outras mulheres emponderadas que são referências na sociedade em diversos segmentos de atuações, com as participações das palestrantes”, disse a organizadora do evento, Kelly Gomes, que também é idealizadora do projeto (Mforce) e presidente da OSC “Mulheres Fortes, Corajosas e Emponderadas”.

–  O primeiro Reaja Mulher vem pra mostrar à mulher que ela não está sozinha, que ela tem uma rede de apoio e tem mulheres que juntas com ela vai mudar a sua história, e que se sinta acolhida – disse Kelly.

Além dela, vão participar do evento a delegada Paula Mary, da Polícia Federal que atua na repressão à crimes cibernéticos e contra o abuso de crianças e adolescentes; a delegada Juliana Almeida, da DEAM (Delegacia de Atendimento à Mulher) de Volta Redonda.

E ainda: a advogada Emanuelle Oberst, que é professora de Direito da UBM com mestrado em Direitos Sociais; psicóloga e pedagoga Gleicy Porto, que é pós-graduada em vulnerabilidade social, além de Mônica Silva e Marcia Gomes, cantoras.

Para participar (mulheres), deve-se acessar a rede social no Instagram (@mulheresfce) ou entrarem contato através do telefone (24) 99994-6192, que será realizado o contato e combinado a logística para a entrega da pulseira de participação gratuita.

O que é OSC “Mulheres Fortes, Corajosas e Emponderadas”

 É uma organização não governamental constituída por mulheres que não se deixam ser inferiorizadas pelo seu gênero e tomam atitudes que vão contra o machismo imposto pela sociedade. O movimento dá apoio psicológico, jurídico e, quando necessário, acompanha em atendimentos médicos.

Segundo Kelly, neste ano, foram atendidas em torno de 60 mulheres, com média de idades que variam dos 20 a 55 anos. “As principais ocorrências são com mulheres em estado de depressão, mulheres com relacionamentos abusivos não só verbais, mas também físicos”, relatou Kelly.

O trabalho é totalmente voluntário que são outras mulheres identificadas por situações de relacionamento abusivo.

“Temos o cuidado de não ultrapassar os limites laborais de políticas públicas de responsabilidades dos órgãos públicos Federais, Estaduais e Municipais, disponibilizamos serviços pontuais que são acolhimentos (carinho, atenção, ombro amigo), rodas de conversas, psicólogas, Assistente social, inserção ao mercado de trabalho, oficinas com aulas funcionais e de defesas pessoal”, contou Kelly.

 


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