Por Geraldinho do Gelo
Talvez alguns não conheçam, mas a Economia Criativa tem ganhado uma parcela da renda de milhares de brasileiros. Mas, o que é? É um modelo de desenvolvimento pautado na criatividade. E em tempos de crise, novos modelos de negócios orientados por esse espírito começam a se destacar.
Segundo o “Mapeamento da Indústria Criativa no Brasil”, publicado pela Firjan em 2016, apenas no ano de 2015 a área criativa gerou uma riqueza de R$ 155,6 bilhões na economia nacional. Arquitetura, artes visuais, publicidade, design, games, moda, música e comunicação fazem parte dessa indústria. Mas não para por aí.
Segundo os dados avaliados pela ONU, nos últimos 15 anos, que a economia criativa é um dos setores de crescimento mais rápido da economia mundial. Somado a isso, a organização também aponta para o poder transformador de geração de renda, empregos e exportações.
Para se ter uma ideia do impacto social, a UNESCO destacou que na Europa os setores criativos empregam mais jovens do que qualquer outro setor. Além deles, as mulheres também desempenham papel dominante na fabricação de produtos criativos principalmente nos países em desenvolvimento.
De acordo com as estimativas da UNESCO, em 2013 o setor criativo gerou US $ 2,3 trilhões (3% do PIB mundial) e 29,5 milhões de empregos (1% da população ativa mundial). Um estudo da Oxford Economics ainda estimou que o setor é responsável por mais de 10% do PIB no Brasil e nos Estados Unidos.
A economia criativa é dividida em diversos nichos, que podem variar de número conforme a pesquisa que você faça e o autor no qual se baseie: Entre elas, estão: Animação, Arquitetura, Artesanato, Artes cênicas, Artes visuais, Audiovisual, Cultura popular, Design, Entretenimento, Eventos, Games, Gastronomia, Literatura, Mercado Editorial, Música, Moda e Publicidade.
Geraldinho do Gelo é empresário e desenvolve trabalhos sociais em todo Sul Fluminense.
