Panorama do Torcedor

O Flamengo que comemore, e o resto que o inveje
Por José Roberto Paiva


Parabéns sim ao Flamengo. Os adversários todos desdenham, mas todos queriam estar lá. Muitos dizem que a Guanabara nada vale, mas em compensação ganharam o que? Sejam frágeis ou não, o rubro-negro está mais do que certo em levar a sério o que está disputando, e problema dos adversários se não tiveram competência de chegar a final.

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E não é que o Voltaço repete os erros, e começa mal a Taça Rio!? A derrota de 2 x 0 para a Lusa Carioca só expõe ainda mais as mazelas de um time fragilizado, que sequer consegue ser páreo para os times pequenos dentro de sua própria casa. Ao terminar o jogo, ouvi os comentários do Sérgio Luiz, da rádio do Comércio, que apesar de fortes, concordo com as criticas por ele feitas, dando conta que os jogadores da atual safra parecem entrar em campo após comerem uma bela feijoada. Triste. Sem solução para a atual fase ao meu ver.

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O Vasco vai jogar em Sucre, podendo perder até por 4×0, e caso passe, pegará um grupo com o badalado Cruzeiro. O clube está preparado? Não sabemos, mas o time com Zé Ricardo encontrou um norte e praticamente bota um time até certo ponto limitado na fase de grupos da Libertadores. Acredito que o time ainda sente a falta de um centro-avante, pois mesmo com jogadores da posição como Adrés Rios e Riascos, a impressão que passa é que são jogadores improvisados, pois nunca rendem o esperado.

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Após uma reunião realizada nesta segunda-feira, entre a diretoria do Botafogo e o técnico Felipe Conceição, ficou definida a permanência do profissional no clube. Conceição, que foi demitido da função de treinador da equipe principal, na semana passada, terá o seu contrato rescindido amigavelmente e um novo vínculo, agora como funcionário do clube alvinegro, será estabelecido. A verdade é que, pra mim Jair Ventura sequer deveria ter saído do clube, e o time está pagando por isso até hoje.

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No Fluminense Gilberto parece finalmente ter encontrado seu bom futebol, outrora esquecido no Vasco. Como ala no esquema de Abel Braga, o camisa 2 tem atuado com liberdade para ir ao ataque e aparecer como “homem surpresa” na área adversária.
Para não desperdiçar as oportunidades, o jogador tem treinado com mais afinco as finalizações, o que pode ser a chave de retornar o sucesso que fez no Botafogo, período que despertou o interesse de times europeus.

 

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